
Em qual mistério
Encontra-se o sorriso
colado em dúvida,
De uma fagulha,
De um minuto de
perfeição?
Somos a verdade
pertencente
A todos os seres
Em uma pequena pausa
De respiração...
Agora,
Todos os minutos
Correm em fila de
interrogação,
Refeitos de vazios de
silêncios;
Entre sombra-luz,
Imagem-reflexo,
Do todo circulante
Incansável,
Linhas oblíquas
De certezas...
Somos instantes
Preenchidos de sentires
refletidos
Na infinitude busca
De ser...
Assim,
Somos sempre,
Mesmo quando a
distância
ancorada na dúvida,
Não diz nada
da nossa (im)perfeição...
Suzete Brainer
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