Parece que existe uma escada: cada um busca subir
aceleradamente ao alcance do holofote dos “nadas”; o engano do “astro” no palco
em que se desfaz a vida...
Nos bastidores se guarda a coleção das dores, debaixo dos
travesseiros. A gaveta da memória se abre para aqueles em quem o sorriso povoou
um cenário vivo do amor!...
A vida circula nas ondas dos afetos; na simplicidade das
entregas e fica nos elos de cumplicidades. A partilha é a viagem da vida, mesmo
na morte dos minutos cristalizados em passado. A vida no signo do veículo do
amor, é para sempre!...
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Imagem: Obra de Christian Schloe.