
Eu sou a poesia pura
Em cada gesto
Do meu infinito
Por dentro!
A dureza áspera,
Na plasticidade da realidade,
Cria vácuos
A arranhar na minha alma
O estrondo de dores da vida...
A tatuagem da vida
Numa perplexidade,
Paralisa as emoções temporariamente.
Os mistérios que passeiam nos meus olhos,
Seguem as batidas
De um coração
Que é refratário à
Desumanidade.
Ficarei sempre por opção
Na suavidade de uma Gentileza!
Suzete Brainer (Direitos autorais registrados)
Imagem: do Google (não encontrei o nome do autor(a))