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quinta-feira, 9 de abril de 2015

A Espera








Esvaziada

    Sobrevoando no nada,

Algumas cortinas desnudadas

Pelas horas do dia branco.

As palavras vagarosamente

Assumem a cor do significado

    Emergente

Da vírgula,

Retendo o ar ansioso.


A dúvida do ponto final

No encerramento

Da cena,

O fim de muitos outros.

Mas,

Há sempre a pergunta

Que lança ao túnel

O olhar

Da espera?


A espera:

A janela

De um sol permanente

Que nasce em mim...


Suzete Brainer (Direitos autorais registrados)




Queridos,

Por indisponibilidade de tempo, fiquei ausente.

Mas, brevemente estarei visitando o espaço de arte de

cada um para o voo da partilha que tanto aprecio.

Beijo e abraço de paz!