Esvaziada
Sobrevoando no nada,
Algumas cortinas
desnudadas
Pelas horas do dia
branco.
As palavras
vagarosamente
Assumem a cor do
significado
Emergente
Da vírgula,
Retendo o ar ansioso.
A dúvida do ponto final
No encerramento
Da cena,
O fim de muitos outros.
Mas,
Há sempre a pergunta
Que lança ao túnel
O olhar
Da espera?
A espera:
A janela
De um sol permanente
Que nasce em mim...
Suzete Brainer (Direitos autorais registrados)
Queridos,
Por indisponibilidade de tempo, fiquei ausente.
Mas, brevemente estarei visitando o espaço de arte de
cada um para o voo da partilha que tanto aprecio.
Beijo e abraço de paz!