
O silêncio:
A jornada da minha alma
onde as palavras se calam.
O emudecer dos meus sussurros;
a quietude de mim
a transcorrer no silenciar
o mundo,
percorrendo o deserto
da minha solidão permanente.
A música do tempo,
da esfera de dentro.
A navalha que corta
as palavras ao meio...
A viagem da volta,
a ausência dos que ficaram,
o mergulho no esquecimento
do passado inatingível
dançando na linha do presente
Impermanente!
Suzete Brainer ( Direitos autorais registrados)
Imagem: Google.
(Poema Reeditado).