terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Mistérios Infinitos de Ser...





                      tempos antigos






           
Em qual mistério

Encontra-se o sorriso colado em dúvida,

De uma fagulha,

De um minuto de perfeição?

 

Somos a verdade pertencente

A todos os seres

Em uma pequena pausa

De respiração...

 

Agora,

Todos os minutos

Correm em fila de interrogação,

Refeitos de vazios de silêncios;

Entre sombra-luz,

Imagem-reflexo,

Do todo circulante

Incansável,

Linhas oblíquas

De certezas...

 

Somos instantes

Preenchidos de sentires refletidos

Na infinitude busca

De ser...

 

Assim,

Somos sempre,

Mesmo quando a distância

ancorada na dúvida,

Não diz nada

da nossa (im)perfeição...

 

Suzete Brainer (Direitos autorais registrados)

 
 

8 comentários:

  1. Somos mistério e nenhum tempo nos desvendará
    De tudo que somos, nada somos
    Mas tudo fomos e seremos
    A interrogação, essa será sempre parte de nós…
    Como a imperfeição,
    (que quer ser perfeita…)
    Um sentir humano que se pergunta,
    Que medita
    No Ser…

    Adorei, amiga esta tua poesia-reflexão
    Onde se denota bem, teu sentir
    Tua alma.

    Beijinhos grandes!

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  2. Muito lindo! Adorei conhecer seu blog!
    Te seguindo!
    Beijos
    Mariangela

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  3. O minuto imperfeito
    O respirar incompleto
    O silêncio vago
    A recorrente dúvida
    A inquieta interrogação
    A ubiquidade do Verso

    Como Ser?

    "Entre sombra-luz,
    Imagem-reflexo,
    Do todo circulante
    Incansável,
    Linhas oblíquas
    De certezas..."

    Bjo. amigo

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  4. Amei conhecer seu blog!!!
    Tudo lindo e de muito bom gosto.
    Se puder dá uma passadinha no meu e segue também se gostar.

    Beijos
    Ani

    HTTP://cristalssp.blogspot.com.br

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  5. Mistérios, que as palavras nos segredam.
    Gostei muito
    abraço
    cvb

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  6. Há algo neste teu poema que me arrepiou de emoção, de um sentir que eu também "sinto" mas que me é inquietante. Estes questionamentos, estas frações de tempo em que, ora se é, ora se não é, este mistério que sempre nos atrai para (nos) esburacarmos um interior que só tem sentido no diálogo cósmico...

    Poema de uma profundidade na temática, traduzida em versos de uma alma superior.

    Bjos, querida Suzete :)

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  7. Busca-se a ordem, o entendimento, a perfeição
    e soçobramos no vazio deslizante, na perplexidade intrínseca e universal. Magistral, amiga Suzete.
    Com carinho, um grande beijo.

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