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Asas de uma borboleta
Azul
Que
Que
Decifrou no voo
A liberdade de Ser;
Não permitiu a
Intromissão
Dos seus gestos
delicados
E arriscou com a sua
liberdade
Toda a fragilidade da
sua existência.
As pedras permaneceram
Sólidas e eternas
A serem pisadas no
caminho.
Suzete Brainer (Direitos autorais registrados)
Imagem: Obra de Alexandrina karadjova.
Que bom que a borboleta soube fazer valer sua liberdade de ser...Linda! bjs, chica
ResponderExcluirQue bonito! Adorei também a música :)
ResponderExcluirBeijinhos e bom fim de semana
Boa tarde Su.
ResponderExcluirNão há sentimento mais pleno que a liberdade. Talvez todas as borboletas se azulem em seus voos, enquanto que as pedras assistem a tudo, enraizadas em suas razões, tão lúcidas e fortes...
O teu poema é belíssimo. Lembra-nos a importância das diferenças que desenham as mais amplas possibilidades.
"Borboletemo-nos" rs...
Parabéns pelo labor e linda oferta musical, grata pelo acesso.
Um beijo cheio de carinho.
tens o sol todo o dia
ResponderExcluirna curta existência
por companhia.
tens por fim a liberdade
em voo
com brilho e alegria.
bem-hajas poema feito borboleta.
tanto e... tanto gostei.
um beijo, Suzete, para um luminoso fim-de-semana.
o leve adejar de uma borboleta (pode) provoca(r) um furacão no outro lado do Mundo - no caso, um furacão poético!
ResponderExcluirlouvemos, pois, a "insubmissão" da borboleta!
muito belo, Suzete. um poema que define a dimensão de teu enorme talento.
beijo, minha Amiga
Belíssimo poema, excelente escolha musical
ResponderExcluirBeijinhos
Maria
Querida Suzete que delicadeza de imagem e o texto poético, maravilhoso.
ResponderExcluirLutar com coragem pela liberdade pode ser fatal mas vale a pena.
Um beijinho e bom fim de semana
O Toque do coração
A liberdade é a essência da existência ( ainda que se corram riscos) e quem não experimenta o vôo, tolhe suas asas e hipoteca a sua vida. No teu poema, evidencias, muito bem e belamente, essa ideia.
ResponderExcluirAcompanho-te neste vôo, enquanto puder!
Bj, querida😊
Uma borboleta senhora do seu destino, imune a pressões externas...
ResponderExcluirMuito bem, Suzete!
Um beijinho :)
Foste muito feliz nesse ousado voo, borboleta azul.
ResponderExcluirDedilhaste nele uma enorme sensibilidade poética. É acutilância.
Aplausos.
Beijinho, minha amiga.
um universo malemolente....
ResponderExcluirbeijo
Eu quero ser a borboleta azul do seu poema, Suzete: insubmissa e livre.
ResponderExcluirGostei tanto!
Uma boa semana.
Um beijo.
E como a borboleta também há pessoas assim.
ResponderExcluirMuito belo e com uma imagem em sintonia perfeita.
Boa semana.
beijinhos
:)
Se há pedras no caminho,
ResponderExcluirHá a liberdade alada
Representada na estrada
Por borboletas. Sozinho
O ser voa e o teu carinho
Àquela insubordinada
Borboleta azul, por nada,
Da brisa faz remoinho
Tão gigantesco, que o vento
Levanta, em seu movimento,
Altíssima a tua poesia.
Ah... Suzete, eu te diria:
Teu poema é um monumento
Que no céu tu o deste assento.
Grande abraço. Laerte.
Belíssimo poema... sobre a preciosidade que é a liberdade... e pela qual tudo vale arriscar...
ResponderExcluirUm tema que não poderia vir mais a propósito... pois aqui ontem, em Portugal, celebrou-se o dia em que a liberdade foi devolvida ao nosso país... na sequência da Revolução de Abril de 1974...
Mais um formidável e inspirador trabalho, Suzete!...
Beijinhos! Continuação de uma boa semana!
Ana
Os voos têm os seus riscos...
ResponderExcluirExcelente poema, gostei muito.
Bom resto de semana, Suzete.
Beijo.
Uma borboleta azul no seu voo de liberdade, sem nenhum receio das intempéries da natureza, enquanto as pedras, sólidas e eternas, continuaram ao chão sendo pisadas, chutadas, por vezes atrapalhando os passos de quem passava por seu caminho.
ResponderExcluirUm belo poema que enseja uma reflexão de como na vida se pode ser como a borboleta azul ou como as pedras que permanecem pelos caminhos.
E entre o voo da borboleta e o permanecer da pedra ao chão, a riqueza de mais um dos teus belos poemas, minha querida!
Que as pétalas de rosas brancas possam espalhar sorrisos e estrelas no teu olhar.
Com carinho,
Leninha
Olá Suzete, eu li assim:
ResponderExcluirA descoberta faz-se descobrindo
O voo faz-se voando
A liberdade ganha-se lutando
Mesmo sabendo a borboleta
da sua precária condição
pinta os dias da sua cor
azula os olhos
dos homens-não!
Gostei do teu poema.
Bj.
Olá, Suzete!
ResponderExcluirPara todo voo há o momento de pousar.
Quando o voo nos torna leve e livre, não nos submetemos às pedras e nem perdemos a coragem para alçar novos voos.
Linda imagem e poema.
Um abraço com carinho,
Sônia
Muito bonito!
ResponderExcluirbeijinhos